Consolidação acadêmica e expansão do campus
1970
A Unicamp já era considerada importante pólo de produção de pesquisas e de cultura, reunindo grandes nomes no meio acadêmico. Entre eles, Cesar Lattes, André Tosello, Sérgio Porto, Gleb Wataghin, Vital Brasil, Marcelo Damy, José Ellis Ripper Filho, João Manuel Cardoso de Mello, Rogério Cerqueira Leite, Giuseppe Cilento e Benito Juarez.
1971
Foi criado o Departamento de Música, futuro Instituto de Artes (IA), e inaugurados os pavilhões para as áreas de Química, Matemática, Centro de Tecnologia (CT), Centro de Vivência Infantil, Restaurante Universitário, Ciclo Básico e Administração Geral da Universidade.
1972
Tiveram início as atividades da Faculdade de Educação (FE), com disciplinas de caráter pedagógico para os currículos de licenciatura. O Centro de Tecnologia (CT), órgão de prestação de serviços e de apoio às unidades de ensino e pesquisa, foi inaugurado, juntamente com várias obras de infraestrutura e edifícios, como o Ciclo Básico, onde estudantes de diferentes cursos assistem às aulas do núcleo básico comum.
1973
Foram inauguradas as instalações do Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Gabriel Porto (Cepre), que integra ensino, pesquisa e extensão em reabilitação, com foco em deficiências físicas, como visual e auditiva. O Cepre está vinculado à Faculdade de Ciências Médicas. O novo prédio da FEL, em Limeira, foi inaugurado e também abrangeu o Colégio Técnico (Cotil) daquela cidade. A construção foi em uma área de cinquenta mil metros quadrados, doada pela família Ometto à Unicamp.
1974
Em setembro o Instituto de Biologia (IB) mudou-se para o novo prédio, com novo impulso às pesquisas. A Unicamp recebe ingressantes da primeira turma do curso de Pedagogia, oferecido pela Faculdade de Educação (FE).
1975
Naquele ano, o Gabinete do Reitor recebeu um terminal de computação. Foi lançada a pedra fundamental do Hospital das Clínicas (HC). A Faculdade de Tecnologia de Alimentos (FTA) passou a denominar-se Faculdade de Engenharia de Alimentos e Agrícola (FEAA).
1976
O logotipo da Unicamp foi registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em 10 de outubro. No mesmo mês, o decreto nº 78.531 do Ministério da Educação reconheceu a Unicamp como instituição. Foi constituído o Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), até então Departamento de Lingüística do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH).
1977
Nasce a Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp). A Associação dos Servidores (Assuc), hoje Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), instalou-se em sua sede.
1978
A inauguração de vários pavilhões amplia a estrutura física da Universidade (cirurgia experimental, Engenharia, Física, Química, Matemática, Filosofia e Ciências Humanas, Centro de Computação, Codetec, Genética, Biblioteca Central e outros). Deu-se por encerrada a implantação da Unicamp e, com ela, termina a administração pró-tempore do reitor e fundador Zeferino Vaz, que se aposentou aos 70 anos. O professor Plínio Alves de Moraes, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), assumiu a Reitoria por quatro anos. Zeferino passou a presidir a Fundação para o Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp), recém-constituída.
1979
O atendimento ambulatorial no Hospital das Clínicas (HC) do campus teve início em fevereiro de 1979. Teve início a implantação do Instituto de Geociências (IG), com foco em pesquisa e pós-graduação. Do Departamento de Música, criado em 1971, surgiu o Instituto de Artes (IA).